DOSES DE ESPIRITUALIDADE
Ogni vocazione sacerdotale è un grande mistero, è un dono che supera infinitamente l'uomo. (San Giovanni Paolo II)
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«Esteve no deserto, conduzido pelo Espírito, e foi tentado»
«Esteve no deserto, conduzido pelo Espírito, e foi tentado»
+ Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo S. Lucas (Lc 4, 1-13)
Naquele tempo, Jesus, cheio do Espírito Santo, retirou-Se das margens do Jordão. Durante quarenta dias, esteve no deserto, conduzido pelo Espírito, e foi tentado pelo diabo. Nesses dias não comeu nada e, passado esse tempo, sentiu fome.
O diabo disse-lhe: «Se és Filho de Deus, manda a esta pedra que se transforme em pão». Jesus respondeu-lhe: «Está escrito: ‘Nem só de pão vive o homem’». O diabo levou-O a um lugar alto e mostrou-Lhe num instante todos os reinos da terra e disse-Lhe: «Eu Te darei todo este poder e a glória destes reinos, porque me foram confiados e os dou a quem eu quiser. Se Te prostrares diante de mim, tudo será teu». Jesus respondeu-lhe: «Está escrito: ‘Ao Senhor teu Deus adorarás,
só a Ele prestarás culto’». Então o demónio levou-O a Jerusalém, colocou-O sobre o pináculo do Templo
e disse-Lhe: «Se és Filho de Deus, atira-te daqui abaixo, porque está escrito: ‘Ele dará ordens aos seus Anjos a teu respeito,
para que te guardem’; e ainda: ‘Na palma das mãos te levarão, para que não tropeces em alguma pedra’». Jesus respondeu-lhe: «Está mandado: ‘Não tentarás o Senhor teu Deus’». Então o diabo, tendo terminado toda a espécie de tentação, retirou-se da presença de Jesus, até certo tempo.
Palavra da salvação.
Para a reflexão pessoal
Neste primeiro domingo da Quaresma, o Evangelho nos apresenta o episódio das tentações de Jesus no deserto:
“Jesus, cheio do Espírito Santo, saiu do Jordão e foi conduzido pelo Espírito ao deserto, durante quarenta dias, tentado pelo demónio”.
A Quaresma é, antes de mais nada, o tempo do deserto.
Como Bento XVI nos lembra na audiência de 13 de fevereiro de 2013: “O deserto, para onde Jesus se retira, é o lugar do silêncio, da pobreza, onde o homem é privado de apoios materiais e é confrontado com as questões fundamentais da existência, é levado a ir ao essencial e, por isso mesmo, é mais fácil para ele encontrar Deus”.
Neste tempo sagrado, somos chamados sobretudo a isso: ir ao essencial, fugir da dispersão, do barulho excessivo com o qual nossos ouvidos e nossos corações são continuamente invadidos pela pressão contínua das redes sociais, da televisão, da internet, que nos “bombardeiam” continuamente e nos tornam surdos à voz do Senhor que, ao contrário, fala no silêncio.
Precisamos, antes de tudo, neste momento, antes de qualquer outra coisa, recuperar - ou criar em nossos dias - esses espaços de silêncio, tão importantes e tão fecundos para a nossa vida. Somente guardando silêncio de muitas palavras (com “p” minúsculo) teremos um coração aberto para acolher a Palavra (com “P” maiúsculo): a única que pode dar sentido e direção à nossa vida.
A Quaresma também é o tempo da tentação.
Jesus é levado pelo Espírito ao deserto e lá é tentado pelo demónio. O Evangelho também nos faz refletir sobre a presença pessoal do maligno e sua ação contínua para nos afastar dos desígnios misericordiosos de Deus em nossas vidas. As tentações da sensualidade (“diga a esta pedra que se transforme em pão”), do poder (“se você se prostrar em adoração diante de mim, tudo será seu”) e da exploração de Deus para nossos próprios fins (“jogue-se daqui para baixo, pois está escrito: ‘Ele dará ordens aos seus anjos a seu respeito, para que o guardem’”) são armas com as quais o tentador sempre tenta seduzir nossa humanidade ferida. O inimigo conhece nossas fragilidades e sabe como nos derrubar. Uma de suas armas mais desonestas é o desânimo.
A Quaresma é, finalmente, a época da conversão.
“Converter-se” significa seguir Jesus de modo que seu Evangelho seja um guia concreto para a vida; significa deixar que Deus nos transforme, parar de pensar que somos os únicos construtores de nossa existência.
Nós, cristãos, muitas vezes vivemos como uma forma de “ateísmo prático”: em palavras, professamos acreditar em Deus, mas na realidade de nossas vidas comuns, lutamos para acreditar que nossas vidas estão nas mãos da Providência divina que nos ama e cuida de nós.
“Converter-se” significa deixar-nos invadir pelo conhecimento de que, aconteça o que acontecer, somos filhos amados. Filhos de Deus e filhos de Maria, que seguram a mão da Mãezinha com o santo Rosário e se deixam guiar por Ela, que nos ama e nos guia para realizarmos o bom plano de Deus para nossa vida.
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