DOSES DE ESPIRITUALIDADE
Nostro Signore si occupa di ciascuna anima con tanto amore, quasi fosse la sola ad esistere. (Santa Teresa di Gesù Bambino)
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"Sede misericordiosos, como o vosso Pai é misericordioso"
« Sede misericordiosos, como o vosso Pai é misericordioso »
+ Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas (Lc 6, 27-38)
Naquele tempo, Jesus falou aos seus discípulos, dizendo: «Digo-vos a vós que Me escutais: Amai os vossos inimigos,
fazei bem aos que vos odeiam; abençoai os que vos amaldiçoam, orai por aqueles que vos injuriam. A quem te bater numa face, apresenta-lhe também a outra; e a quem te levar a capa, deixa-lhe também a túnica. Dá a todo aquele que te pedir e ao que levar o que é teu, não o reclames. Como quereis que os outros vos façam, fazei-lho vós também. Se amais aqueles que vos amam, que agradecimento mereceis? Também os pecadores amam aqueles que os amam.
Se fazeis bem aos que vos fazem bem, que agradecimento mereceis? Também os pecadores fazem o mesmo.
E se emprestais àqueles de quem esperais receber, que agradecimento mereceis? Também os pecadores emprestam aos pecadores, a fim de receberem outro tanto. Vós, porém, amai os vossos inimigos, fazei o bem e emprestai, sem nada esperar em troca. Então será grande a vossa recompensa e sereis filhos do Altíssimo, que é bom até para os ingratos e os maus. Sede misericordiosos, como o vosso Pai é misericordioso. Não julgueis e não sereis julgados.
Não condeneis e não sereis condenados. Perdoai e sereis perdoados. Dai e dar-se-vos-á: deitar-vos-ão no regaço uma boa medida, calcada, sacudida, a transbordar. A medida que usardes com os outros será usada também convosco».
Palavra da salvação.
Para a reflexão pessoal
de Sr.Paola Lanzilotti icms
No Evangelho deste domingo, Jesus continua a pregação que tinha iniciado dirigindo-se aos seus discípulos, aos quais tinha proclamado as bem-aventuranças (cf. Lc 6, 17.20-26).
Esta segunda parte do discurso, que concluiremos no próximo domingo, começa com uma frase muito particular: “A vós que escutais, eu digo...”.
Não se trata de palavras usadas ao acaso, apenas para introduzir o que se pretende dizer. Indicam, antes, que nem todos são capazes de compreender o alcance deste discurso, que é verdadeiramente impressionante, até incompreensível ou inaceitável, mesmo para muitos cristãos, para os quais deveria ser uma linguagem familiar. Jesus dirige-se aos pobres de espírito, que acabara de proclamar bem-aventurados: só eles têm a chave para compreender estas palavras, só eles estão tão desligados de si mesmos que podem entender o que é realmente o amor. Porque é precisamente do amor que falamos.
O forte convite do Senhor ressoa: “Amai os vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, bendizei os que vos maldizem, rezai pelos que vos maltratam”.
Não é uma coisa pequena, de modo algum! Mas não é este o amor com que cada um de nós deseja ser amado? Mesmo aqueles que pensam que não merecem esse amor, mesmo esses, no fundo do seu coração, anseiam por encontrar alguém que os ame quando praticaram o mal, quando se portaram mal, quando não foram sinceros.
Pode ser que eles próprios não consigam perdoarem-se pelo mal que fizeram, mas, mesmo assim, desejam que alguém os perdoe e os abrace, mesmo que não o admitam.
A lógica humana de dar algo a quem merece ou poder retribuir o nosso dom é aqui totalmente invertida... apercebemo-nos que estamos no plano da graça.
O perdão é precisamente uma das coisas que melhor evidenciam até onde o homem é capaz de ir com as suas próprias forças, e onde, pelo contrário, a intervenção de Deus é indispensável.
Não se perdoa por força de vontade! Pode dizer-se por palavras, mas o coração não ama ninguém só porque se obriga a isso. Não retribuir ao outro com a mesma moeda com que fomos tratados, ser amável, não recusar uma saudação, são já manifestações da ação da graça de Deus numa pessoa. Mas Jesus pede mais.
“Ao que te bater numa face, apresenta-lhe também a outra; a quem te levar a capa, deixa-lhe também a túnica. Dá a todo aquele que te pedir e ao que levar o que é teu, não o reclames”. Onde é que vimos um tal amor, para o imitarmos? Encontramo-lo na cruz.
Jesus está a ser pregado e reza em voz alta: “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem”. É isto o amor: não se lembrar do mal recebido, rejeitar a cólera que nasce da ofensa, estar disposto a fazer tudo pela salvação de alguém que provavelmente não quer saber nada de ti.
Que coração é preciso para amar assim? Certamente não o meu, pequeno e mesquinho, que tende a fechar-se sobre si mesmo, não totalmente altruísta.
É preciso o Coração de Cristo. Peçamos ao Senhor que faça em nós este milagre, que multiplique o nosso amor, que abra o nosso coração para acolher cada irmão, sempre e em qualquer caso, e sobretudo que não nos deixe desanimar se virmos que o nosso amor não é compreendido, não é acolhido, ou se acontecer recebermos o mal daqueles que amamos.
Mas por que razão absurda devemos pedir isto? Não seria melhor dar o nosso amor apenas àqueles que o querem e o retribuem? Porquê amar os nossos inimigos, deixarmo-nos esbofetear, dar sem esperar nada em troca?
Porque se é tão belo descobrir-se amado desta forma, há algo ainda mais belo, apesar de doloroso: amar desta forma.
Quando o Senhor deseja fortemente habitar numa alma, leva-a a estas alturas, a estas loucuras, faz dela uma “corredentora" com Ele, capaz de se deixar trespassar pela salvação do outro, um verdadeiro filho do Pai do Céu, que todos os dias faz nascer o sol sobre cada homem, sobre aqueles que o amam, sobre aqueles que não o conhecem e sobre aqueles que o rejeitam.
Origem Imagem Pixabay.com
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