DOSES DE ESPIRITUALIDADE
Maria, Madre di Misericordia, fa' che manteniamo sempre viva la fiducia nel tuo Figlio, nostro Redentore. (San Giovanni Paolo II)
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Terço no primeiro sábado do mês - As meditações são orientadas pelas Servas do Coração Imaculado de Maria -
DEUS ESTÁ CONTENTE
1- A AGONIA DE JESUS NO JARDIM DAS OLIVEIRAS
“Pai, se for possível, afasta de mim este cálice, mas não seja feita a minha vontade, mas a tua”, esta foi a oração que Jesus dirigiu ao Pai antes da sua paixão. No jardim das oliveiras Ele viu perfeitamente aquelas almas que acolheriam o seu sacrifício e aquelas que, até ao fim do mundo, o iriam rejeitar. Mas Ele não desiste e acolhe livremente a vontade do Pai, aderindo a ela com amor.
“Ninguém me tira a vida, mas sou eu que a dou; tenho poder para a dar, e poder para tornar a tomá-la. Este mandamento recebi de meu Pai”.
A liberdade de Cristo enlaça-se com a vontade de Deus. Pensemos apenas por um momento no que terá passado no coração de Deus naqueles momentos: Seu Filho, Seu Unigênito, a oferecer-se pela salvação do mundo, a obra da redenção, que começou com a encarnação.
O sim de Jesus trouxe grande alegria ao Pai celestial, o homem seria finalmente liberto do pecado. Podemos ver quão grande é o Seu amor por nós, por não ter poupado o Seu Filho. Perguntemo-nos o quanto estamos dispostos a sacrificar algo para alegrar Deus, para lhe dar um sorriso. É preciso tão pouco: comprometer-nos a viver como verdadeiros cristãos, como filhos de Deus que querem, como Jesus, fazer a vontade do Pai porque n’Ele reconhecem a sua própria felicidade.
2- A FLAGELAÇÃO DE JESUS ATADO À COLUNA
Antes de ser condenado ao suplício da cruz, Jesus é flagelado, uma violência sem precedentes é desencadeada em seu corpo, na sua pessoa; não há um ponto que não seja alcançado pelos flagelos e Ele, como um cordeiro levado ao matadouro, não abriu a boca, nem um gemido, suportou tudo com paciência e amor.
Os pastorinhos de Fátima tiraram forças da paixão de Jesus, Dele aprenderam a sofrer e a oferecer as suas dores em silêncio, sem queixas, como quando, movidos por um grande amor pelos pecadores, cingiam a vida com uma corda para carregar noite e dia, felizes em oferecer mais um sacrifício a Deus pela sua salvação. A Irmã Lúcia nas “Memórias” conta que quando Francisco e Jacinta adoeceram, sabendo que nunca seriam curados, lhes deram as duas cordas que usaram para impedir que os pais descobrissem o seu cilício. Ela viu que estavam manchados de sangue e queimou-os.
Este foi um dos muitos sacrifícios oferecidos para a salvação das almas e, assim, dar alegria a Deus, porque há mais alegria no céu por um pecador que se converte do que por noventa e nove justos que não precisam de conversão.
3- A COROAÇÃO DE ESPINHOS DE JESUS
Os soldados, depois de açoitarem Jesus, teceram uma coroa de espinhos e colocaram-na na sua cabeça, bateram-lhe na cabeça e aqueles espinhos cravaram-se na sua carne, causando-lhe outra forte dor. Como se isso não bastasse, zombavam dele e troçando Dele, troçavam de Deus.
Na coroação de espinhos os santos vêem a reparação de todos os pecados que o homem comete usando o dom maligno de Deus que é o intelecto.
Vamos pensar em quantas vezes esse dom de Deus é usado para pecar. Na confissão, durante a Santa Missa, pedimos perdão por pensamentos, palavras, ações e omissões. O pensamento, o intelecto, deve ser usado para o bem, porque é o pensamento que leva à ação, esta, por sua vez, leva ao comportamento e este ao destino. Basta pensar em todas as ideologias que devastaram a humanidade: nazismo, comunismo, ateísmo...
Temos a capacidade de discernir o que é bom e o que é mau graças ao dom do intelecto e, através dele, podemos escolher o que é bom e agradável a Deus.
Os pastorinhos de Fátima, nisso, são um grande exemplo: refletiram como e quais os sacrifícios a oferecer para arrebatar almas do inferno e fazer felizes a Deus e à Mãe Celestial. Quantas vezes abusamos da inteligência que Deus nos deu, quantas vezes aderimos, porque a mentalidade da maioria das pessoas prevalece, àquelas formas de pensar que não são adequadas ao cristão e à dignidade da pessoa humana. Pedimos aos pastorinhos a graça de dirigir as nossas mentes e corações a Deus para poder servi-lo em santidade e justiça, e contribuir para uma sociedade melhor.
4- A SUBIDA DE JESUS AO CALVÁRIO CARREGANDO A CRUZ
Jesus carrega a cruz. Sobre seus ombros não estão os seus pecados, mas os de toda a humanidade. Ele acolheu e abraçou essa cruz com amor, não como instrumento de tortura e morte, mas como meio de redenção, porque foi precisamente através da cruz que o maravilhoso desígnio de Deus para a humanidade estava prestes a cumprir-se: a nossa salvação e a libertação do pecado. Jesus ensina-nos a carregar a cruz.
No Evangelho segundo São Mateus lemos: "Quem quiser ser meu discípulo negue-se a si mesmo todos os dias, tome a sua cruz e siga-me". Quais são as nossas cruzes? Pode ser uma doença, uma morte na família. São sofrimentos que podemos enfrentar unindo a dor que sentimos com os sofrimentos de Cristo; há a cruz do nosso trabalho diário que podemos oferecer para a salvação das almas; haverá as cruzes das adversidades da vida que surgem a cada passo e que é preciso aceitar com paciência e a resignação com serenidade; outras vezes haverá humilhações que ocorrerão inesperadamente e que devemos aceitar. Tudo isso, se aceite com amor e unido à cruz de Cristo, torna-se para nós e para aqueles a quem oferecemos um meio de purificação e santificação.
No dia treze de setembro, Nossa Senhora disse aos pastorinhos que Deus estava feliz com os seus sacrifícios, mas não queria que eles dormissem com a corda, que só a deviam carregar durante o dia.
Deus agrada-se dos sacrifícios oferecidos porque se salvam muitas almas, é um Pai bom e atencioso, porém, não sobrecarrega seus filhos, alivia-lhes o fardo. Olhando a vida dos pastorinhos, aprendamos a saber abraçar e amar a cruz e a saber vê-la como ela realmente é: amor de Deus pelo homem e amor do homem por Deus.
5- A CRUXIFIÇÃO E MORTE DE JESUS
Jesus é pregado na cruz e está prestes a voltar para a casa do Pai. Debaixo da cruz a Mãe, a quem Jesus antes de devolver o espírito, na pessoa do apóstolo João, confia toda a humanidade, cada um de nós.
Jesus confia-nos a Nossa Senhora e, ao mesmo tempo, confia-a a nós: "Mulher, eis aqui o teu filho, filho, eis aqui a tua Mãe" e, a partir desse momento, o discípulo levou-a consigo para a sua casa, para a sua vida.
A presença de Maria Santíssima na vida de cada cristão é fundamental; O Beato Papa Paulo VI disse que quem não é mariano não é autenticamente cristão. Ter uma verdadeira devoção a Nossa Senhora não diminui o culto que devemos a Deus, pelo contrário, colabora com a solicitude materna para a formação e regeneração de Cristo em nós. Reflitamos sobre a presença de Maria em nossa vida; hoje estamos aqui para venerá-la, para lhe pedir as graças materiais e espirituais de que precisamos com todo o fervor de que somos capazes, mas depois, na vida quotidiana, podemos imitar as suas virtudes, rezar a ela tentando ser fieis aos pedidos que fez em Fátima pela conversão dos pecadores, não ofender a Deus que já estava tão ofendido, rezar diariamente o Santo Rosário. São práticas que exigem constância e a ajuda da graça, mas não estamos sozinhos. O Papa Francisco, no dia 13 de maio de 2017, durante a canonização de Francisco e Jacinta Marto, lembrou a todos três vezes: temos Mãe, temos Mãe, temos Mãe! Nós zelosamente guardamos essas palavras em nossos corações.
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A revista oficial da Família do Coração Imaculado de Maria
Maria, Madre di Misericordia, fa' che manteniamo sempre viva la fiducia nel tuo Figlio, nostro Redentore. (San Giovanni Paolo II)