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PRIMEIRO SÁBADO

Terço no primeiro sábado do mês - As meditações são orientadas pelas Servas do Coração Imaculado de Maria -

1.       A agonia de Jesus no Horto das Oliveiras

Nestas meditações queremos melhor compreender quem são os Santos, qual relação existe entre eles, seja na vida que na conversão, e a paixão, morte e ressurreição de Cristo.

Jesus começa no Horto das Oliveiras a sua paixão: se retira em oração, mas vem tomado pela angústia; pede ao Pai para afastar-lhe aquele cálice e chega a suar sangue. Encontra-se abandonado pelos apóstolos e traído por um deles.

Parece que tudo toma o rumo errado, humanamente falando.

Isto para Jesus, mas… e para os santos? Quem são os santos? São aqueles que tudo vai bem? São aqueles que têm sempre o consentimento de todos e uma boa reputação?

Não, não são aqueles que têm uma vida justa, na qual tudo transcorre bem. Nem mesmo são aqueles que aceitam tudo passivamente, que se conformam com tudo, que qualquer coisa está bem e se mantém com a cabeça baixa.

Os Santos são aqueles que às vezes se irritam, como nós, mas não passam o dia a chorar a própria má sorte, que a vida que deveria ter não a têm. Em um certo momento decidem que as coisas negativas não podem e não devem surpreendê-Los, afastando-os de Deus.

 

2.       A flagelação de Jesus á a coluna

São Paulo de Tarso foi decapitado sobre uma coluna. Conhecemos a sua história.

Acreditava em Deus, era um hebreu por convicção, a sua fé em Deus era tal que perseguia os cristãos para defendê-Lo. Saulo era crente, mas após a sua conversão no caminho a Damasco, passa da religião à fé. A religião é fruto da educação, da tradição, das expectativas, mas a fé é outra coisa. A fé tu a encontras quando a fazes experiência em tal modo que te marca profundamente, ao ponto de deixar de acreditar só em valores ou ideais para acreditar em Alguém. O momento da conversão é aquele no qual a pessoa sente, percebe, quase “toca” com um tato espiritual o Amor do Pai, o Amor de Cristo. O Santo sente este amor vivo, real, atual, “aqui e agora”: sente a presença do Senhor que o ama no momento presente.

 

3.       Jesus é coroado de espinhos

A primeira conversão, da qual falamos até aqui, pode ainda não forjar o santo: talvez nós já tivemos a nossa primeira conversão, mas entre esta e a próxima -aquela na qual as virtudes são vividas em modo heroico- existe um caminho a ser percorrido. Disto nós temos o exemplo de Santa Teresa da Ávila, que (por volta dos 40 anos, depois de 20 anos de vida em convento) vive aquela aquela mesma chamará de “segunda conversão”.

Teresa faz experiência; sente dentro de si a dor por uma vida que não corresponde completamente ao amor do Esposo Cristo Jesus.

Aconteceu uma conversão tal profunda que é difícil para ela mesma descrever. Compreende em modo sensível, quase palpável, que Cristo é contemporaneamente o nosso Deus e o nosso próximo. O Amigo com o qual se poder viver, falar e estar, muito mais do que se possa fazer com um amigo qualquer. Além disso, os santos começaram a sentir compaixão pelos sofrimentos de Jesus por causa dos pecados, sofrimento este que continua ainda hoje em seu corpo místico: a Igreja. Este sentimento no coração, esta compaixão pela dor de Jesus, pelo Seu sofrimento, deu uma virada decisiva nas suas vidas.

 

4.       A subida de Jesus ao calvário, carregando a pesada Cruz

Jesus cai muitas vezes ao subir ao Calvário com o peso da Cruz. Na Via Sacra recordamos as três quedas de Jesus. O Senhor cai sob o peso da Cruz que representa os nossos pecados, os pecados de toda a humanidade, de todos os tempos e lugares. Isso nos lembra que os verdadeiros Santos, aqueles com a “S” maiúscula, são pessoas de carne e osso e não somente espíritos. Logo são pessoas com a própria humanidade, com um temperamento e caráter que têm seus lados negativos, qualidades e defeitos, suas fraquezas.

Os verdadeiros dos Santos não são aqueles que, após uma grande conversão, se tornaram perfeitos e nunca caíram! Não são puramente espirituais, mas às vezes caem com o peso da sua própria humanidade ferida pelo pecado original, ou seja, com o peso da sua própria fragilidade. Porém eles aprendem a reerguer-se como fez Jesus após a suas quedas na Via Sacra. Portanto, como dizíamos, o verdadeiro Santo não é aquele que jamais erra, mas é aquele que se cai, se ergue. Isso porque tem a certeza que tem Alguém que já o salvou, que deu a vida por ele: Cristo. Pede perdão, luta, se empenha com todas as forças como se tudo dependesse de si, mas bem consciente que tudo vem da Graça divina.

 

5.       A crucificação e morte de Jesus

Jesus na Cruz se volta ao Pai e faz suas as palavras do Salmo: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?”.  É um grito ao céu, ao Pai, que parecia tê-lo esquecido. Jesus, o Filho de Deus, morre na Cruz, aparentemente abandonado também por Deus.

Um fracasso total do ponto de vista humano. Pode-se dizer: “Das estrelas aos estábulos”; dos milagres de cura e de conversão à aparente incapacidade de salvar a si mesmo de uma morte assim desprezível. Depois de todas as torturas e a subida ao calvário, Jesus não tem nem mesmo a força de falar e a Sua voz, que tanto ajudou as pessoas, agora perde o lugar para o silêncio. O Papa Francisco diz que a diferença entre os heróis e os Santos está no testemunho, na imitação de Jesus Cristo. Caminha pela “via de Cristo” que é a Cruz. E muitos Santos terminaram as suas vidas terrenas, como terminou Jesus, em um aparente fracasso ou em uma situação humilhante, de abandono, de silêncio.

O Papa Francisco diz algo importante: também a nossa santidade está em levar a cruz, a cruz cotidiana, a nossa. Não a de outra pessoa, mas a nossa, aquela feita sob a nossa medida. Ao carregá-la devemos lembrar que os santos são aqueles que combatem por algo maior, mais importante, que tem um valor e um caráter eterno. Carregar a cruz nesta terra por um lapso de tempo finito para depois alcançar o prêmio que dura por toda a eternidade.

É a nossa vez de fazer como o santos: escolher por o que lutar, por qual coisa  viver e morrer.

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