DOSES DE ESPIRITUALIDADE
Nostro Signore si occupa di ciascuna anima con tanto amore, quasi fosse la sola ad esistere. (Santa Teresa di Gesù Bambino)
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Terço no primeiro sábado do mês
MISTÉRIOS LUMINOSOS
05 de outubro de 2024
1. Jesus é batizado no Rio Jordão
“Logo que foi batizado, Jesus saiu da água... e ouviu-se uma voz do céu vinda Céu: “Este é o meu Filho, o Amado, em quem pus o meu agrado”” (Mt 3,16-17).
Jesus é o Filho de Deus, o Amado do Pai e sente toda a graça e força que lhe vêm desse Amor. Quantas vezes, durante a sua missão, chama os Apóstolos à parte para rezar, porque também Ele, como Filho, quer estar com o Pai, falar com Ele, ouvir tudo o que Ele tem para lhe dizer. E os Apóstolos, vendo como Jesus está e conversa com o Pai, sentem o desejo de poder ter também esta relação filial com Deus, de poder falar com Ele tão naturalmente como Jesus.
Também nós, com o Santo Batismo, nos tornamos para Deus Pai seus filhos, os amados. É por isso que, com Jesus e como Jesus, também nós podemos rezar a Deus, chamando-lhe “Abbá”. E também nós devemos sentir, durante o dia, a necessidade de estar com Deus, de falar com Ele, para cultivar a nossa relação com Ele. E, precisamente por sermos filhos, poderemos então compreender e compadecer-nos da dor que os muitos pecados, indiferenças e sacrilégios praticados por nós, homens, causam ao Seu Coração Paternal.
Tal como o pequeno Francisco de Fátima que, depois das aparições, dizia muitas vezes: “Amo-O (o Senhor) tanto. Mas escuta, será que Ele ainda vai ficar mais triste? Tenho muita pena que Ele esteja tão triste! Ofereço-Lhe todos os sacrifícios que posso. Às vezes, já não fujo das pessoas, para fazer sacrifícios!”
2. Jesus faz o primeiro milagre nas bodas de Caná
“E Jesus disse-lhes: “Enchei as talhas de água” e elas encheram-nas até ao cimo” (Jo 2,7).
E quando os serventes vão tirar água para o seu senhor, este recebe bom vinho para beber. É o “sim” dos servos, pequeno mas cheio de grande fé, que, unido à omnipotência de Deus, realiza este primeiro milagre.
O Anjo pede também aos três Pastorinhos de Fátima que colaborem num outro grande milagre que Deus quer realizar, quando lhes pede: “De tudo o que puderdes, oferecei um sacrifício ao Senhor em ato de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido e de súplica pela conversão dos pecadores... Sobretudo, aceitai e suportai com humildade os sofrimentos que o Senhor vos enviar”. Porque estes sacrifícios, unidos ao Sangue de Cristo e por intercessão da Santíssima Virgem Maria, obtêm verdadeiramente a salvação das almas. E os três Pastorinhos, como servos, enchem “até à borda” as “talhas” dos seus pequenos e grandes sacrifícios quotidianos, porque é o amor a Jesus e a Maria Santíssima que os move e o desejo de os puder consolar. Tudo lhes parece pouco, nada é suficiente para salvar o maior número possível de almas.
Assumamos também nós este compromisso de encher as “talhas” dos nossos dias com os nossos pequenos sacrifícios e as nossas orações pela salvação das almas, sobretudo neste momento em que parece que tudo se volta contra Deus e contra a única Verdade que Ele nos revelou.
3. Jesus anuncia o Reino de Deus e apela à conversão
“Escolheu doze para estarem com ele” (Mc 3,16).
Os doze apóstolos foram escolhidos para estarem com Jesus. Quando adoramos o Deus vivo e verdadeiro na Eucaristia, quando Lhe dirigimos frequentemente pequenos actos de fé, de amor e de esperança, quando participamos na Santa Missa, fazemos o mesmo que os discípulos faziam quando estavam com Jesus. E, como os Apóstolos, Jesus pergunta a cada um de nós: “Quem sou eu para vós?”. E só quando nos decidimos a estar com Ele é que, como Pedro, também nós podemos dizer-lhe com toda a verdade: “Tu és o Cristo, o Filho de Deus” (Mt 16,16). É a isto que Jesus nos convida quando nos pede para nos convertermos: pede-nos para voltarmos o nosso olhar para Ele, para olharmos para a Sua vida, porque só assim fazer a vontade do Pai se torna o nosso alimento. Se conseguirmos colocá-lO no centro de tudo, a nossa vida pode realmente mudar e ajudamos também as nossas famílias, as nossas comunidades, o mundo inteiro a converter-se a Deus.
Foi assim com Jacinta e Francisco de Fátima: pouco antes da sua morte, quem os foi visitar dizia: “São crianças como as outras, não nos dizem nada, e, no entanto, sente-se algo de diferente neles! É como se, ao entrar no quarto do Francisco, se sentisse o que se sente ao entrar numa igreja. Aqui, a simples visão destas crianças eleva o nosso pensamento para a Mãe do Céu, para a eternidade, para onde estão prontos a partir tão cedo e tão alegres e felizes; para Deus, que dizem amar mais do que os seus próprios pais; e também para o inferno, no qual cairemos se continuarmos a pecar”.
4. Jesus transfigura-se no monte Tabor
“E da nuvem saiu uma voz que dizia: “Este é o meu Filho, o eleito; escutai-o!”” (Lc 9,35).
A voz de Deus Pai pede aos Apóstolos, precisamente porque Jesus é o “eleito”, o “seu Filho”, que O escutem porque Ele nos fala do Pai e só Ele nos dá a conhecer a única Verdade sobre Deus e sobre o homem. Também Nossa Senhora, nas bodas de Caná, disse aos serventes: “Fazei tudo o que Ele vos disser” (Jo 2,5). E escutar Jesus é fazer nossas as suas palavras, é olhar para Ele para copiar em nós aquela humanidade transfigurada que Ele quis partilhar connosco, em tudo exceto no pecado. O mundo propõe-nos as suas teorias sobre o homem, a vida, o amor humano, a família; teorias e filosofias que, na realidade, vão contra a verdadeira natureza do homem e a lei natural inscrita no seu coração. Nós, que nos dizemos cristãos, não temos a pretensão de mudar o mundo, porque isso não está dentro das nossas capacidades e possibilidades. No entanto, com a graça de Deus e o testemunho concreto da nossa vida, podemos ser uma pequena luz de verdade, neste tempo de grandes trevas, para tantos que sentem o apelo da Verdade no seu coração e querem vê-la vivida em nós que dizemos que a conhecemos e acreditamos nela.
Foi o que fizeram os Pastorinhos de Fátima: não se puseram a pregar dos telhados, mas empenharam-se em responder àquele apelo que Nossa Senhora lhes dirigiu - “Não ofendam mais a Deus, que já está tão ofendido” - com a sua vida, na fidelidade à lei de Deus nas pequenas coisas do quotidiano.
5. Jesus institui a Santíssima Eucaristia na Última Ceia
“Jesus... amou-os até ao fim” (Jo 13,1), precisamente lavando os pés dos seus Apóstolos, imediatamente antes de instituir a Eucaristia, o Sacramento do Amor. Até mesmo a Judas Iscariotes, que Jesus sabia já ter a intenção de coração de O trair. Deixar-se lavar e lavar os pés dos outros é aceitar deixar-se amar e aprender a amar-se mesmo naquilo que não parece digno de ser amado em nós: a nossa miséria, a nossa fraqueza, o nosso pecado. Jesus não nos ama porque somos bons, nem porque quer que nos tornemos bons. Ele ama-nos simplesmente. E é este Amor gratuito e incondicional que nos leva, pela sua graça, a mudar o nosso coração, a vencer o nosso pecado. E é através dos Sacramentos da Eucaristia e da Penitência que podemos acolher o Amor de um Deus que, em Jesus, enfrentou a Paixão, morreu e ressuscitou, única e exclusivamente para que, pela sua graça, pudéssemos ser salvos. Na Eucaristia somos alimentados por este Pão para termos a força e a graça de continuar a nossa caminhada; na Confissão podemos encontrar Deus precisamente quando nos sentimos menos dignos do Seu Amor, para sermos curados e abençoados por Ele.
Aproximemo-nos, pois, destes sacramentos, coloquemo-nos na Presença do Deus vivo e verdadeiro, oferecendo-Lhe as nossas enfermidades. Acolhamo-lO no nosso coração e deixemo-nos transformar pela Sua Presença, silenciosa mas ativa. Consolemo-Lo e reparemos, com o nosso amor, aqueles que ainda não conhecem, não amam ou espezinham estes Sacramentos, como o Anjo ensinou aos Pastorinhos de Fátima.
III DOMINGO DA PÁSCOA - 19 de Abril 2026 - ANO A
«Conheceram-n’O ao partir o pão»
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Encontro ADOLESCENTES
12-16 anos
Com uma pequena doação poderá ajudar-nos a construir a nova Igreja da FCIM dedicada a Nossa Senhora e a São José em Fátima
A revista “Maria di Fatima”
A revista oficial da Família do Coração Imaculado de Maria
Nostro Signore si occupa di ciascuna anima con tanto amore, quasi fosse la sola ad esistere. (Santa Teresa di Gesù Bambino)