DOSES DE ESPIRITUALIDADE
Nostro Signore si occupa di ciascuna anima con tanto amore, quasi fosse la sola ad esistere. (Santa Teresa di Gesù Bambino)
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A alma de cada apostolado
por Cardeal Mauro Piacenza
Poderíamos dizer que cada apóstolo e, portanto, todo o apostolado se baseia exclusivamente numa afirmação paulina: «Já não sou eu que vivo, mas Cristo vive em mim». É a frase tirada de Gálatas 2:20. O apostolado, na verdade, é quanto de mais longe se pode pensar, pode-se ser, de uma deriva funcionalista. Não é radicalmente fazer algo, mas radicalmente é ser alguém. Gostaria de me deter um pouco sobre este aspeto, porque é evidente para todos que, mesmo nos nossos ambientes eclesiais, infelizmente, por vezes tão condicionados pela mentalidade mundana, possa entrar e ainda mais espalhar-se, uma tentação de tipo funcionalística: o fazer, fazer, fazer.
O Apostolado não depende das estruturas, não depende da atualização das linguagens, não depende da mundanização da mensagem evangélica e da mensagem da Igreja ao longo dos séculos. Pelo contrário, toda a tentativa, por vezes mesmo violenta, de mundanizar o Evangelho e as suas exigências, dobrando-as à mentalidade dominante, é absolutamente ineficaz e a beleza do Evangelho é humilhada e desfigurada. Fazer, fazer, fazer, perdendo a alma, na realidade, o essencial, é um pouco semelhante àqueles que, aprendendo a nadar e ainda estando longe da capacidade de nadar, batem muito as pernas, fazem muita espuma mas sem avançar 1 m; e às vezes acontece assim, vocês se cansam, mas não fazem nada, não se produz.
Não é certamente recorrendo ao mundo que seremos mais interessantes e mais fascinantes para o homem contemporâneo. Não é baixando o nível das exigências da fé e das exigências morais que o cristianismo voltará a ser uma fé compreendida e vivida. É exatamente o contrário. Só poderíamos, de algum modo, ser interessantes e dignos de estima pelos homens do nosso tempo, só se formos fiéis às verdadeiras exigências do Evangelho.
Portanto, a questão não é e nunca será, diluir o Evangelho nas suas exigências, nem domar a pretensão radical, digo pretensão entre aspas, de Cristo, de ser Deus no mundo. Pelo contrário, antes de qualquer preocupação funcionalística é necessário e urgente que a ação apostólica floresça a partir de uma identificação radical com Nosso Senhor Jesus Cristo. O que quero dizer com esta expressão?
Partiria de muito perto afirmando que para aquele que ama Jesus Cristo, para aquele que realmente O conheceu e mergulhou no seu amor, os interesses de Cristo tornam-se os próprios interesses. Há uma identificação radical com o Senhor, pela qual o seu modo de pensar, o seu modo de julgar, o seu modo de agir, tornam-se o modo de pensar, julgar e agir próprio do cristão. O Apostolado então antes e mais eficazmente do que ser uma ação ad extra, ou seja, externa, é um modo de ser, é um modo de pensar, é um modo de viver, eu poderia dizer quase, é um modo de respirar. O apóstolo é aquele que está tão identificado com Cristo que não pode sequer conceber-se a si mesmo, fora do Senhor.
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