DOSES DE ESPIRITUALIDADE
Mio Dio! Io credo, adoro, spero e Vi amo. (dalle Memorie di suor Lucia)
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Discurso de Santa Madre Teresa de Calcutá, premio nobel da paz 1979
Sinto algo que quero compartilhar para vocês: o maior destruidor da paz hoje é o clamor das inocentes crianças nos ventres maternos. Se uma mãe pode assassinar seu próprio filho, em seu próprio ventre, o que nos falta a nós para matarmos uns aos outros?
As próprias Escrituras nos dizem: “Ainda que a mãe pudesse esquecer seu filho, Eu não vos esquecer; Eu o modelei na palma da minha mão. Mesmo se a mãe pudesse esquecer”.
Hoje porém milhões de crianças estão sendo mortas nos ventres de suas mães.
E não dizemos nada!
Nos jornais podemos ler números disto e daquilo mas ninguém fala dos milhões de pequenos, que foram concebidos com a mesma vida que você e eu, a vida de Deus. E não dizemos nada. Nós permitimos tais coisas.
Para mim, as Nações que legalizaram o aborto são as mais miseráveis. Elas têm medo dos pequenos. Têm medo da criança não nascida. E por não querer alimentar mais uma criança, e educar mais um filho, a criança deve morrer. E aqui, eu peço a vocês, em nome destes pequeninos, pois foi a criança não nascida que reconheceu a presença de Jesus. Quando Maria veio visitar Isabel, sua prima, conforme lemos no Evangelho. No momento em que a Maria entrou em casa, o pequeno no ventre de sua mãe, saltou de alegria reconhecendo o Príncipe da paz. E assim, hoje, façamos nós aqui uma resolução firme: salvar cada pequena criança, cada criança que ainda não nasceu. Dar a todas a chance de nascer.
E o que nós estamos fazendo? Estamos combatendo o aborto pela adoção. E o bom Deus abençoou este trabalho de forma tão bela que salvamos milhares de crianças. Milhares de crianças encontraram um lar. Onde eles são amados, são queridos, são cuidados. Trouxemos tanta alegria para os lares em que não havia criança. E então, hoje eu peço, já que sua majestade está aqui, e diante de todos vocês, que vêm de diferentes países, vamos todos rezar para que tenhamos a coragem de defender as crianças não nascidas e lhes dar a oportunidade de amar e ser amado. E eu penso que assim com a Graça de Deus seremos capazes de trazer paz ao mundo. Temos uma oportunidade aqui na Noruega.
Vocês são com a bênção de Deus mais prósperos, mas tenho a certeza do que nas famílias, em muitas das nossas casas, talvez não estejamos com fome de um pedaço de pão, mas haja talvez alguém na família que seja indesejado, não amado, não cuidado, esquecido. Aí não há Amor.
O amor começa em casa. E o amor para ser verdadeiro tem de doer.
Nunca me esqueço da pequena criança que me ensinou uma lição muito bonita. Eles ouviram em Calcutá, as crianças, que Madre Teresa não tinha açúcar para seus filhos, e este garotinho hindu, de 4 anos de idade, ele foi para casa e disse aos pais: “Não vou comer açúcar por 3 dias. Vou dar o meu açúcar a Madre Teresa”. Quanto uma criancinha pode dar após 3 dias, eles o trouxeram a nossa casa. E lá estava um pequeno que mal podia pronunciar o meu nome. Ele amou com grande amor. Amou até doer. E é essa a mensagem que trago a vocês. Amar o próximo até doer. Mas não se esqueçam de que há muitas crianças, muitas crianças, muitos homens e mulheres que não receberam o que vocês receberam.
E lembrem-se de amá-los até doer.
Algum tempo atrás, isso vai soar muito estranho para vocês, trouxe uma menininha da rua e pude ver em seu rosto que estava com fome. Só Deus sabe há quantos dias não comia, então dei a ela um pedaço de pão. E a pequena começou a comer o pão de migalha em migalha. Eu disse: “Coma”. Eu disse à criança: “ Coma o pão”. E ela olhou para mim e disse: “ Estou com medo de comer o pão. Tenho medo porque quando acabar terei fome de novo”. Isso é uma realidade.
E no entanto há aquela grandeza do pobre. Um senhor veio à nossa casa e disse: “ Há uma família hindu com oito crianças. Não comem há muito tempo. Faça algo por elas”. E tomei arroz e parti imediatamente. E lá estava a mãe, e naqueles pequeninos rostos havia olhos brilhantes de pura fome. Ela tomou o arroz das minhas mãos. Ela o dividiu em 2 partes e saiu. Quando ela voltou, perguntei a ela: “ Onde você foi? O que você fez?”. E uma resposta ela me deu: “ Eles estão com fome também”. Ela sabia que o vizinho do lado, uma família muçulmana, estava com fome. O que mais me surpreendeu não foi ela ter dado o arroz, mas o que mais me surpreendeu foi ela em seu sofrimento, em sua fome, saber que outros estavam com fome, e ela teve a coragem de dividir. Ela teve o amor para compartilhar.
E isso é que eu quero, que vocês amem os pobres. Nunca virem as costas para elas. Pois ao virar as costas para os pobres, estarão voltando as costas para Cristo, pois Ele identificou-se ao faminto, ao nu, ao sem-teto, para que eu e você tivéssemos a oportunidade de amá-lo. Pois, onde está Deus? Como podemos amar a Deus? Não basta dizer: “ Meu Deus eu vos amo”.
Mas sim: “ Meu Deus eu vos amo aqui. Eu poderia usufruir disto, mas desisto; eu poderia comer este açúcar, mas eu dou esse açúcar”.
Se Eu ficasse aqui o dia todo e a noite toda, você ficariam surpresos com as lindas coisas que as pessoas fazem para compartilhar a alegria de doar. Portanto, minha oração por vocês é que verdadeiramente praticamos a oração nas nossas casas, e o fruto da oração será acreditarmos quem nos pobres está Cristo. E se realmente acreditarmos, começaremos a amar, e se amarmos naturalmente tentaremos fazer algo, primeiramente na nossa própria casa, no vizinho, no país em que vivemos, no mundo inteiro. Vamos todos nos juntar nesta mesma oração: “ Deus dai-nos a coragem para proteger a criança no ventre de sua mãe. Pois a criança é o maior presente de Deus para a família, para nossa nação e para o mundo inteiro”.
Deus abençoe a todos vós.
Pode-se ver em: https://www.youtube.com/watch?v=LW1lOeySNPo
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