DOSES DE ESPIRITUALIDADE
Ogni vocazione sacerdotale è un grande mistero, è un dono che supera infinitamente l'uomo. (San Giovanni Paolo II)
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1ª Catequese FCIM 2023-24 As razões da Encarnação (4ª parte)
de Pe. Luigi Polvere icms
O Verbo se fez carne para que pudéssemos participar da natureza divina.
O Verbo tornou-se homem, para que o homem, entrando em comunhão com Ele, pudesse recuperar a dignidade de viver como Filho de Deus. O Catecismo da Igreja Católica afirma: «A primeira criação encontra o seu sentido e o seu ápice na nova criação em Cristo, cujo esplendor supera o do primeiro” (n. 349). Os Padres da Igreja compararam Jesus a Adão, a ponto de defini-lo como o "segundo Adão" ou o Adão definitivo, a imagem perfeita de Deus. Com a Encarnação do Filho de Deus se deu uma nova criação, que oferece a resposta completa à pergunta «Quem é o homem?». Somente em Jesus se manifesta plenamente o plano de Deus para o ser humano: Ele é o homem definitivo segundo Deus.
O Concílio Vaticano II reitera-o com força: «Na realidade, só no mistério do Verbo encarnado o mistério do homem encontra verdadeira luz... Cristo, o novo Adão, manifesta plenamente o homem ao homem e revela-lhe a sua altíssima vocação.» (Const. Gaudium et spes, 22; cf. Catecismo da Igreja Católica, 359). Olhando para Cristo e para a sua vida, cada cristão vislumbra o sentido da sua missão nesta terra: tornar-se Filho de Deus, participar na sua própria vida, haurir do seu próprio Espírito que vive em nós e que, a partir de simples criaturas, nos faz seus filhos. Afinal, Cristo vindo à terra quis revelar a cada homem que existem duas vidas: uma feita de carne e sangue, que recebemos dos nossos pais e que devemos abandonar mais cedo ou mais tarde, e uma vida eterna que vem do encontro com o Filho de Deus e que recebemos pela graça no Batismo. É a Sua vida dentro de nós, mas se a primeira vida é um dom não ligado a nossa aceitação, a segunda pressupõe a nossa livre adesão, como nos lembra o Prólogo de São João: “Veio ao mundo para os seus, mas não os seus o acolheram. Aos que o acolheram deu o poder de se tornarem filhos de Deus”.
Ele desceu para nos fazer viver como filhos e não como escravos, como homens livres, capazes de escolhas autênticas, mesmo que difíceis; contra a corrente, porque o mal já não tem a última palavra. Quem acolher este Filho recebe a sua vida eterna, pensa como Ele, assemelha-se a Ele, trabalha como Ele, vive como Ele e, portanto, pode realizar atos eternos que não passam e que estão destinados a transformar o mundo porque levam consigo o selo do Espírito Santo e que tornam possível o impossível!
Cada cristão não deve ter medo de propor «metas elevadas», porque caso contrário corre-se o risco de reduzir a vida cristã a uma moralidade ou, pior ainda, a uma obra social;
anunciamos outra vida, a dos Filhos de Deus, na qual é possível amar como Cristo amou, é possível perdoar o inimigo, transformar uma injustiça num bem maior, perder a vida para ganhar o Paraíso. Quando deixamos de acreditar neste poder que é dom da sua Encarnação, até a vida cristã se torna feia e pouco apresentável... sal que não dá sabor!
Estas que ilustramos brevemente são apenas algumas das vantagens que derivam da encarnação e, como sempre observa São Tomás “Há muitas outras que estão acima da compreensão humana” (Summa Theologica III, q. 1, a. 2). São vantagens, ou seja, efeitos da encarnação e do nascimento de Jesus em nosso benefício.
Considerai o que recebeis e sede aquilo que recebeis
Quinta-feira Santa
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Domingo de Ramos na Paixão do Senhor - 29 de Março 2026 - ANO A
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Fátima: a resposta do céu aos males deste tempo
Com uma pequena doação poderá ajudar-nos a construir a nova Igreja da FCIM dedicada a Nossa Senhora e a São José em Fátima
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A revista oficial da Família do Coração Imaculado de Maria
Ogni vocazione sacerdotale è un grande mistero, è un dono che supera infinitamente l'uomo. (San Giovanni Paolo II)