DOSES DE ESPIRITUALIDADE
Maria, Madre di Misericordia, fa' che manteniamo sempre viva la fiducia nel tuo Figlio, nostro Redentore. (San Giovanni Paolo II)
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1ª Catequese FCIM 2023-24 As razoes da Encarnação ( terceira parte)
de Pe.Luigi Polvere icms
O Verbo se fez carne para ser nosso modelo de santidade: “Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim...” (Mt 11.29). " Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim” (Jo 14,6).
Ao propor a nova lei do Amor: «Amai-vos uns aos outros como eu vos amei» (Jo 15,12), Jesus apresenta-se como Aquele que pode realizar todo o desejo de plenitude que está presente no coração do homem. Ele se fez igual a nós em tudo menos no pecado para nos mostrar que o nosso objetivo é a santidade, ou seja, configurar-nos a Ele, assumir os seus mesmos sentimentos, viver pelas coisas do céu, amar até dar a vida.
Contudo, para um cristão este amor nunca permanece teórico, mas implica sempre a própria oferta de si mesmo para segui-lo. Neste sentido a Encarnação torna-se um “fato” capaz de transformar toda a nossa existência e o nosso modo de agir. A santidade é sempre algo que diz respeito à nossa vida concreta e a partir do momento em que Deus se fez carne e trabalhou com mãos humanas, pensou com uma mente humana, agiu com uma vontade humana, amou com um coração de homem... afinal, está imerso em toda a nossa vida quotidiana... não há coisa ou ação que não possa ser transformada numa oportunidade para dar glória a Deus e continuar a obra da redenção.
O Senhor precisa da nossa humanidade tomada pelo seu Amor, para continuar a agir, amar, trabalhar, ou simplesmente “passar” neste mundo. Quando vivemos a nossa vida como uma oferta agradável a Ele, ainda permitimos que Jesus continue a sua obra de salvação através da nossa humanidade.
Fátima também nos lembra isto. O apelo que fez aos três pastorinhos e que nós, da FCIM, nos comprometemos a viver e anunciar: Quereis oferecer-vos a Deus para suportar todo o sofrimento em acto de reparação dos pecados, revela o grande apelo de nos tornar coredentores juntamente com Jesus Cristo. Jesus encarnou-se para a redenção, e agora pede para encarnar em cada um de nós para completar a sua Redenção, ou melhor, para que os frutos da sua Redenção cheguem a todos os homens.
Isto significa aprender a valorizar toda a nossa vida quotidiana, não fazendo concretamente outra coisa senão aquilo que somos chamados a fazer diariamente, mas como um ato de amor agradável ao Pai. Segundo esta lógica, tudo se torna precioso, porque é o amor que embeleza todas as nossas ações.
Amar a Deus significa torná-Lo presente em tudo o que fazemos. Esta terceira razão ensina-nos a ver em tudo o que nos acontece, ou que a vida nos apresenta, como uma oportunidade de nos tornar santos e de dar glória a Deus. A fé está sempre ligada a levar a sério a vida que nos foi dada e não a vivê-la superficialmente, limitando-nos a esperar o “melhor momento” que não existe e nunca existirá, mas começando a amar hoje, com o que temos, que nunca é pouco.
A fé leva-nos a amar as coisas que vivemos e a descobrir que Deus quer nascer ali mesmo na nossa vida frágil, pobre e pequena, mas tão abençoada quando a vivemos perto DEle.
Dizia São Tomás: «já que, abandonando Deus, o homem descia às coisas materiais, era oportuno que Deus, tendo assumido a carne, também através das coisas materiais, lhe oferecesse o meio de salvar-se» (Summa theologica, III, 1,1, ad 1).
Neste sentido o mundo torna-se o lugar onde Deus nos chama a santificar-nos e a levar a sua Presença.
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A revista oficial da Família do Coração Imaculado de Maria
Maria, Madre di Misericordia, fa' che manteniamo sempre viva la fiducia nel tuo Figlio, nostro Redentore. (San Giovanni Paolo II)